Simbolo do Vaticano

Servus servorum Dei

Servus servorum Dei

Sua Santidade Bento XVI

SUMMUS PONTIFEX SACERDOS MAGNUS QUI EST PRINCEPS EPISCOPORUM, HÆRES APOSTOLORUM, PRIMATU ABEL, GUBERNATU NOË, PATRIARCHATU ABRAHAM, ORDINE MELCHISEDECH, DIGNITATE AARON, AUCTORITATE MOYSES, JUDICATU SAMUEL, POTESTATE PETRUS,Unctione Christus, CUI SUNT CLAVES REGNI CŒLORUM TRADITÆ,OVES CHRISTI CREDITÆ.

Brasão pontifício de Sua Santidade Bento XVI

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Bento XVI diz: " Sede meus imitadores!"



Amados irmãos, do Dominus amantes da verdadeira liturgia, é com imenso júbilo que hoje podemos falar sobre o nosso amado pontífice, que está a se dedicar ao verdadeiro Movimento litúrgico, Trazendo toda a igreja a centralidade que é Cristo!!!


"Bento XVI tem provocado, como pode, o tão almejado novo movimento litúrgico, sobretudo com seu exemplo. O modo de o Papa celebrar, a sua piedade e reverência para com os sagrados mistérios, a reivindicação por palavras e gestos da centralidade de Deus no culto, o resgate de signos litúrgicos pertencentes à rica tradição da Igreja, a colocação do crucifixo no centro do altar etc, tudo isso tem já causado uma boa impressão em bispos e padres que, interiormente robustecidos, procuram seguir os passos do Vigário de Cristo na terra em sua luta contra a secularização da liturgia."




Na belíssima homilia da noite de Natal, Bento XVI disse: “A liturgia é a primeira prioridade. Todo o resto vem depois”. E convidou a “colocar em segundo plano outras ocupações, por mais importantes que sejam, para nos encaminhar para Deus, para deixar que Ele entre em nossa vida e em nosso tempo”. Creio que a grande chave interpretativa do pontificado de Bento XVI seja a “primazia de Deus”, primazia que se deve manifestar, antes de tudo, na ações sagradas da liturgia.




Vejam-se alguns trechos da entrevista do Prefeito da Congregação para o Culto Divino:


“Só uma Igreja que viva da verdade da liturgia será capaz de dar o único que pode renovar, transformar e recriar o mundo. Deus; só Deus e sua graça. O mais próprio da liturgia é a presença de Deus. A liturgia é obra salvífica e regeneradora de Deus, comunicação e participação de seu amor misericordioso, adoração, reconhecimento de Deus. É o que simplesmente nos pode salvar”.

“Não podemos esquecer-nos de que a reforma litúrgica e o pós-concílio coincidiram com um clima cultural marcado ou dominado intensamente por uma concepção do homem como “criador”, o que dificilmente está em sintonia com uma liturgia que é, sobretudo, ação de Deus e prioridade de Deus, direito de Deus e adoração de Deus, e também tradição que recebemos, aquilo que nos foi dado para sempre”.


“A liturgia, nós não a fazemos; não é nossa obra, mas de Deus. A concepção do homem “criador” conduz a uma visão secularizada de tudo, em que Deus, com freqüência, não tem lugar. A paixão pela mudança e a perda da tradição ainda não foram superadas”.

(Vemos aqui uma santa missa celebrada por sua santidade em Ad Orientem).



Fonte do texto: montfort.com




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