
Amados irmãos, do Dominus amantes da verdadeira liturgia, é com imenso júbilo que hoje podemos falar sobre o nosso amado pontífice, que está a se dedicar ao verdadeiro Movimento litúrgico, Trazendo toda a igreja a centralidade que é Cristo!!!
"Bento XVI tem provocado, como pode, o tão almejado novo movimento litúrgico, sobretudo com seu exemplo. O modo de o Papa celebrar, a sua piedade e reverência para com os sagrados mistérios, a reivindicação por palavras e gestos da centralidade de Deus no culto, o resgate de signos litúrgicos pertencentes à rica tradição da Igreja, a colocação do crucifixo no centro do altar etc, tudo isso tem já causado uma boa impressão em bispos e padres que, interiormente robustecidos, procuram seguir os passos do Vigário de Cristo na terra em sua luta contra a secularização da liturgia."
Na belíssima homilia da noite de Natal, Bento XVI disse: “A liturgia é a primeira prioridade. Todo o resto vem depois”. E convidou a “colocar em segundo plano outras ocupações, por mais importantes que sejam, para nos encaminhar para Deus, para deixar que Ele entre em nossa vida e em nosso tempo”. Creio que a grande chave interpretativa do pontificado de Bento XVI seja a “primazia de Deus”, primazia que se deve manifestar, antes de tudo, na ações sagradas da liturgia.
Vejam-se alguns trechos da entrevista do Prefeito da Congregação para o Culto Divino:
“Só uma Igreja que viva da verdade da liturgia será capaz de dar o único que pode renovar, transformar e recriar o mundo. Deus; só Deus e sua graça. O mais próprio da liturgia é a presença de Deus. A liturgia é obra salvífica e regeneradora de Deus, comunicação e participação de seu amor misericordioso, adoração, reconhecimento de Deus. É o que simplesmente nos pode salvar”.
“Não podemos esquecer-nos de que a reforma litúrgica e o pós-concílio coincidiram com um clima cultural marcado ou dominado intensamente por uma concepção do homem como “criador”, o que dificilmente está em sintonia com uma liturgia que é, sobretudo, ação de Deus e prioridade de Deus, direito de Deus e adoração de Deus, e também tradição que recebemos, aquilo que nos foi dado para sempre”.
“A liturgia, nós não a fazemos; não é nossa obra, mas de Deus. A concepção do homem “criador” conduz a uma visão secularizada de tudo, em que Deus, com freqüência, não tem lugar. A paixão pela mudança e a perda da tradição ainda não foram superadas”.
(Vemos aqui uma santa missa celebrada por sua santidade em Ad Orientem).

Fonte do texto: montfort.com
(Vemos aqui uma santa missa celebrada por sua santidade em Ad Orientem).

Fonte do texto: montfort.com

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