sábado, 1 de novembro de 2014
Duas comemorações, um só sentido
quinta-feira, 16 de janeiro de 2014
Francisco, Bento e a Hermenêutica da Continuidade!
sexta-feira, 22 de novembro de 2013
Sentido teológico: Versus ad populum aut contra Deum?
Essa nos é uma pergunta constante, qual a razão de celebrar o sacrifício da Missa de costas para o povo? E por que se celebra de frente para o povo? Liturgicamente qual delas possui um significado teológico?

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| Missa presidida por S.S. Papa Bento XVI |
Então aí está o motivo da proposta do Cardeal Ratzinger, enquanto Pontífice Máximus da Igreja, que é mantida pelo então Cardeal Bergoglio - Papa Francisco: colocar o crucifixo no centro do altar, de maneira que todos, no momento da liturgia Eucarística, possam efetivamente voltar os olhos para o Senhor, orientando assim a própria oração e coração.
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| A Cruz permanece no centro do Altar |
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| Missa presidida por S.S. Papa Francisco |
segunda-feira, 6 de maio de 2013
Fiéis a Deus e ao Papa: 35 novos Guardas Suíços
quinta-feira, 11 de abril de 2013
Ordinariate Militaris Ad Brasilli
terça-feira, 12 de março de 2013
Monsenhor Guido Marini e sua mantelletta
http://www.vatican.va/news_services/liturgy/documents/ns_lit_doc_05111998_profile_it.html
sábado, 16 de fevereiro de 2013
Primeiras impressões de um católico conservador
segunda-feira, 22 de outubro de 2012
Fanon Papal
O fanon, insígnia litúrgica papal, é reservado somente ao Papa durante as Missas Papais, representa o escudo da fé que protege a Igreja Católica, personificada no papa. Só o pontífice máximo pode usar o fanon, pois ele é o chefe visível da Igreja de Cristo.
As faixas verticais, de cor dourada, representam a unidade e a indissolubilidade da Igreja latina e oriental.
Nas celebrações solenes -como a hodierna- na qual o papa desenvolve um ato supremo do seu próprio ministério petrino, a unidade da Igreja Católica (Igreja do Oriente e do Ocidente) e a autoridade de Chefe exercida pelo papa por instituição divina são manifestadas também pelo uso da língua latina, a língua oficial da Igreja, e também pelo grego a língua da Igreja no Oriente, como feito hoje para a proclamação do Evangelho pelo diácono grego.

Creio que a última vez que este apareceu foi com o Papa João Paulo II, quando da celebração de uma missa na década de 1980. Nesta data também, o então sumo pontífice endossou uma bela casula vermelha e dourada, no tempo de seu antigo mestre de cerimônias Mons. John Magee. Depois daquela data nunca mais foi usado.


***



A cadeira de Pio IX foi usada no lugar da habitual sédia do pontífice. Sobre o trono foi posto, como de costume, uma espécie de toldo, porém hoje este estava revestido de um tecido vermelho e lembrava o antigo baldaquino das missas papais.

Messa in Latino
quinta-feira, 25 de agosto de 2011
Catedral proíbe Acólitas.
Caros amigos do Dominus, vemos aqui um dos maiores problemas de nossas dioceses brasileiras, mas que através do testemunho deste sacerdote, possamos nós com muito mais vigor, defender a Tradição da Igreja, com argumentos convincentes!!!
"Se você ol
har ao redor da Igreja - e eu estou falando sobre a Igreja em geral - se você olhar para dioceses, se você olhar para as ordens religiosas e para paróquias onde há um respeito sobre a distinção e a complementaridade do homem e da mulher, você verá as duas vocações florescem ", afirmou o padre ao jornal diocesano. "E quando falo em duas vocações estou falando da sacerdotal e da vida consagrada".O padre vem enfrentando algumas dificuldades para colocar sua estratégia em prática e restaurar o antigo costume da Igreja em ter apenas acólitos do sexo masculino servindo. Muitos estão tratando o tema como uma questão de preconceito sexual, de sexismo.
"Se a questão é abordada apenas do ponto de vista emocional, posso entender por que as pessoas ficam chateadas, porque eles estão olhando para essa questão em termos de uma questão de direitos - e eles estão interpretando-a de tal forma como se os direitos de alguém estivesse sendo negado ", disse ele.
Pe. Lankeit apontou casos similares onde houve um crescimento substancial no número de vocacionados após a adoção de medidas similares. Uma paróquia em Ann Arbor, Michigan, que alcançou um número impressionante de 22 vocacionados após a reserva do serviço do altar apenas para homens. Ele também mencionou a diocese de Lincoln.
Em defesa do Pe. Lankeit surge o diretor de vocações da diocese de Phoenix, Pe. Paul Sullivan, que afirmou nunca ter ouvido uma religiosa falar que sua vocação surgiu no altar. Para Pe. Sullivan o serviço feminino no altar não aumenta o número de vocações religiosas. "A paróquia que eu sei que tem as maiores vocações femininas não tem mais acólitas ... Eu nunca conheci uma menina que afirmasse: 'eu encontrei a minha vocação ao servir o altar", afirmou Pe. Sullivan.
Fonte: www.catholicsun.org
sexta-feira, 29 de julho de 2011
DOM HENRIQUE SOARES FALA SOBRE LITURGIA
Pelas palavras deste prelado, podemos compreender o verdadeiro espírito da litúrgia, que insistentemente o Sumo Pontífice nos convida a celebrar e experiênciar a plenitude da graça do Altíssimo: sem invenções... Pois Ele permanece o mesmo Heri, Hodie et Semper!!!!
Ladainha da Humildade - Cardeal Merry Del Val

Brasão Cardinalício
Prezados leitores do Dominus Vobiscum,
apresento a vocês hoje, um pouco da vida de um dos grandes Príncipes da Santa Igreja, que apesar de sua história marcante, poucos nos dias de hoje ainda o conhecem. É venerável, uma oração composta por ele, que aqui gostaria de fazer com que todos a conhecessem:
***
Ó Jesus, manso e humilde de coração, ouvi-me.
Do desejo de ser estimado, livrai-me, ó Jesus.
Do desejo de ser amado, livrai-me, ó Jesus.
Do desejo de ser conhecido, livrai-me, ó Jesus.
Do desejo de ser honrado, livrai-me, ó Jesus.
Do desejo de ser louvado, livrai-me, ó Jesus.
Do desejo de ser preferido, livrai-me, ó Jesus.
Do desejo de ser consultado, livrai-me, ó Jesus.
Do desejo de ser aprovado, livrai-me, ó Jesus.Do receio de ser humilhado, livrai-me, ó Jesus.
Do receio de ser desprezado, livrai-me, ó Jesus.
Do receio de sofrer repulsas, livrai-me, ó Jesus.
Do receio de ser caluniado, livrai-me, ó Jesus.
Do receio de ser esquecido, livrai-me, ó Jesus.
Do receio de ser ridicularizado, livrai-me, ó Jesus.
Do receio de ser infamado, livrai-me, ó Jesus.
Do receio de ser objeto de suspeita, livrai-me, ó Jesus.Que os outros sejam amados mais do que eu, Jesus, dai-me a graça de desejá-lo.
Que os outros sejam estimados mais do que eu, Jesus, dai-me a graça de desejá-lo.
Que os outros possam elevar-se na opinião do mundo, e que eu possa ser diminuído, Jesus, dai-me a graça de desejá-lo.
Que os outros possam ser escolhidos e eu posto de lado, Jesus, dai-me a graça de desejá-lo.
Que os outros possam ser louvados e eu desprezado, Jesus, dai-me a graça de desejá-lo.
Que os outros possam ser preferidos a mim em todas as coisas, Jesus, dai-me a graça de desejá-lo.
Que os outros possam ser mais santos do que eu, embora me torne o mais santo quanto me for possível, Jesus, dai-me a graça de desejá-lo.
***
Mons. Pacelli (Pio XII), o Cardeal Secretário de Estado Merry Del Val e o Cardeal Nicola Canali com representantes sérvios por ocasião da assinatura da concordata, sob o quadro de PioX, em 1914.
O Cardeal Merry del Val, autor desta oração, era um fidalgo proveniente de duas grandes famílias. Pelo lado paterno, era filho do Marquês Merry del Val; e pelo lado materno, da Condessa de Zulueta. Circulava em suas veias sangue inglês, espanhol e holandês.
Quando ocorreu a eleição de São Pio X para Papa, ele fazia parte do conclave, não como cardeal, mas como secretário do conclave. Entrando na Capela Paulina, encontrou o então Cardeal Sarto, Patriarca de Veneza, rezando aos pés do Santíssimo Sacramento, com lágrimas que se desprendiam de seus olhos. Ajoelhou-se então junto ao futuro Pontífice e transmitiu-lhe uma comunicação do Cardeal Decano. Após ouvir a resposta de seu ilustre interlocutor, Mons. Merry del Val disse-lhe: “Eminência, tenha coragem, o Senhor o ajudará”.
Na manhã seguinte, o Cardeal Sarto foi eleito Papa com grande maioria de votos.
Logo depois, São Pio X, embora quase não conhecesse o jovem eclesiástico, mas percebendo seu valor, convidou-o para uma altíssima função, o mais alto cargo depois do Papado: Secretário de Estado da Santa Sé. E ele serviu São Pio X durante todo o seu pontificado.
Em suas memórias, o Cardeal Merry del Val narra como São Pio X morreu. Diz ele que, no decurso do mês de agosto de 1914, o Santo Padre estava acometido de uma enfermidade que não causava maior preocupação. Mas na noite de 19 daquele mês, seu estado se agravou. Na manhã seguinte, o Cardeal Merry del Val acudiu à cabeceira de seu leito. O Pontífice reconheceu-o, estreitou fortemente sua mão, e disse: “Eminência..., Eminência!”. Não conseguiu dizer mais nada. As últimas palavras pronunciadas pelo Pontífice, quando lhe comunicaram, pouco depois, a urgência de lhe serem administrados os últimos sacramentos, foram: “Resigno-me totalmente!”. Algumas horas se passaram e São Pio X entregou sua bela alma a Deus.
Nota:
O Cardeal Rafael Merry del Val nasceu em Londres, em 1865. Ingressou na Academia Pontifícia de Nobres Eclesiásticos em 1885, tornando-se seu presidente, por designação do Papa Leão XIII, em 1900. Secretário do conclave que elegeu São Pio X, foi por este nomeado seu principal colaborador, recebendo a púrpura cardinalícia aos 38 anos de idade. Quando nada fazia pressagiar sua morte, faleceu em 1930, em conseqüência de uma cirurgia simples.
Também é de autoria do Cardeal Merry Del Val o livro "O Papa que eu conhecí de perto", no qual relata a vida de S. Pio X.

Excertos da conferência proferida pelo Prof. Plinio Corrêa de Oliveira para sócios e cooperadores da TFP, em 21 de maio de 1983. Sem revisão do autor.
FONTE: Catolicismo, revista de cultura e atualidade



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