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quarta-feira, 8 de maio de 2013

Ordenações sacerdotais para a Obra

No último sábado, 04 de maio, na Basílica de Santo Eugênio em Roma, Dom Javier Echevarría o prelado do Opus Dei e da Sociedade Sacerdotal da Santa Cruz ordenou sacerdote a 31 numerários.


Homilia na ordenação presbiteral dos diáconos da Prelazia

Queridos ordinandos, Queridos irmãos e irmãs. 


Nas últimas semanas, temos assistido e protagonizado um grande evento na vida da Igreja: o início de um novo pontificado. Testemunhas, porque nós vimos mais uma vez a ação soberana do Espírito Santo, que transcende as expectativas humanas. E as prtotagonistas, porque, como membros vivos da Igreja, oramos muito para que estas circunstâncias possam nos encorajar, a todos os católicos afim de trabalhar mais na santificação pessoal e de apostolado.


Está presente para nós um Cristo glorioso , vencedor do pecado e todo o mal. O Senhor quer que todos nós vamos fazer isso nos ambientes domésticos, sociais e profissionais, em que nos encontramos. A vocação divina que São Josemaria ensinou nos dá uma missão nos convida a participar na tarefa singular da Igreja, para ser bem testemunho de Cristo diante de nossos pares e os homens levam a Deus todas as coisas [1] .


Convido então, para perguntar se a alegria ea boa vontade que vivemos por ocasião da eleição do Romano Pontífice, e nestes dias de Páscoa, que forjaram em decisões concretas para a melhoria pessoal, o zelo pela salvação das almas. Não podemos contentar com bons sentimentos, mas devemos nos esforçar, com a ajuda de Deus para traduzir em realidade prática.



Opus Dei -

Hoje vê a ordenação sacerdotal, um grande dom de Deus à sua Igreja, e isso pode e deve assumir, para todos, um impulso para exercer a alma sacerdotal ao serviço dos outros. A primeira leitura fala do exemplo de Paulo e Barnabé, homens que arriscaram suas vidas pelo nome de nosso Senhor Jesus Cristo ( Atos 15, 26). Na verdade, valentemente defendeu as características essenciais da fé cristã contra aqueles que distorcem. Temos muito a sério se engajar na defesa e propagação da fé. 




Agora que estamos na segunda parte do Ano da Fé, podemos analisar se pedimos ao Senhor aumentou fortemente esta virtude com a esperança ea caridade, sabendo que é um dom de Deus que não podemos alcançar com nossa própria força. Abundantemente o privilégio de adquirir os sacramentos, através dos quais Jesus nos envia o Espírito Santo do Pai. Deixe-nos, em particular, para se preparar melhor para muitos frutos com Confissão e da Eucaristia, que são as principais fontes de graça. A segunda leitura nos mostrou a nova Jerusalém, a cidade santa que desce do céu da parte de Deus, refletindo a glória de Deus ( Ap 21, 10-11). É um apelo à pátria definitiva fortemente desejada onde o Senhor foi preparar um lugar (cf. Jo 14, 2-3). 


A Solenidade da Ascensão do Senhor, que celebraremos na próxima semana, é um convite a não perder de vista a nossa morada final é o céu, uma verdade que, ao mesmo tempo, dá sentido à nossa existência na Terra. 


Na verdade, escreve São Josemaria vocação cristã nos revela a reconhecer o significado de nossa existência.Está convencido, com o brilho da fé, a razão da nossa realidade terrena. A nossa vida, o presente, o passado e vir, adquire uma nova dimensão, uma profundidade não suspeitava anteriormente. Todos os eventos e acontecimentos que agora sua verdadeira perspectiva: entendemos que Deus está nos guiando, e sentimos oprimidos por essa tarefa que nos foi confiada [2] .





Dirijo-me agora aos novos sacerdotes . Considere-se, meus filhos, as palavras do Evangelho de João que ouvimos. Na privacidade da Última Ceia, após a instituição da Eucaristia e do sacerdócio, Jesus disse: Se alguém me ama, guardará a minha palavra, e meu Pai o amará, e viremos para ele e faremos nele morada ( Jo 14, 23 ). Logo, o Espírito Santo virá sobre ti de uma maneira nova. Você receberá sua unção, que vai fazer você viver instrumentos da graça de Deus, através do poder de consagrar in persona Christi, o Corpo eo Sangue de Nosso Senhor, o poder de perdoar os pecados e comissionados para pregar a Palavra de Deus com o seu autoridade. Ele é compatível com a nossa pequenez grandeza: o Senhor confia em nós esses dons para que possamos guiar as almas para a vida eterna.



Rezemos com São Josemaria, para todos os sacerdotes , a graça de realizar coisas santas santos, para refletir em nossas vidas as maravilhas da grandeza de Deus [3] . Uma boa maneira de atingir esse objetivo é amar a cada dia mais sagrado do anfitrião. Pense mais vezes nesse ponto Path : tratá-lo bem, tratá-lo bem [4], convém lembrar outras palavras do fundador do Opus Dei. Por ocasião de uma ordenação sacerdotal de fiéis do Opus Dei, escreveu:serão ordenados para servir. Não para comandar, não para brilhar, mas para entrar em silêncio infinito e divino, o serviço de todas as almas [5] .

Meus filhos, você deve deixá-los a pensar apenas das almas que estão confiados aos vossos cuidados pastorais. "O sacerdote , que deixa pouco de si, disse recentemente o Papa Francisco, ao invés de ser mediador, torna-se, gradualmente, um intermediário, um gerente ' [6] . E deve ser o mediador entre Deus e o homem em Cristo Jesus (cf. Hb 5, 1-3) para a graça divina que vivifica tudo.



Antes de terminar, convido-vos a rezar muito pelo Santo Padre, especialmente nos primeiros meses de seu ministério como Supremo Pastor, ore também para seus companheiros no governo da Igreja, os bispos e os sacerdotes do mundo, pelas vocações sacerdotais. E, claro, para estes novos sacerdotes da Prelazia. 

Congratulo-me especialmente com suas famílias, que têm colaborado com a oração, o bom exemplo e de maneiras diferentes à sua vocação sacerdotal. Eu digo sempre, mas mais especialmente nestes tempos: é o dever de todos os cristãos a rezar todos os dias para que o Senhor envie muitos seminaristas em todo o mundo. Vamos tomá-lo como uma obrigação alegre. Que a Virgem Mãe de todos e especialmente dos sacerdotes , nos abençoe e nos proteja sempre. 


Assim seja. Louvado seja Jesus Cristo 


[1]São Josemaria, É Cristo que passa , n. 45. 

[2] Ibid . 
[3] São Josemaria, Homilia Sacerdote para a eternidade , 13, 1973. 
[4] São Josemaria,Caminho , n. 531. 
[5] São Josemaria, Homilia Sacerdote para a eternidade , 13, 1973. 
[6] Papa Francisco, Homilia na Missa Crismal, 28-III-2013.

Feliz Aniversário, Ciro!

Hoje o Apostolado Dominus Vobiscum se alegria e entoa um hino de louvor à Deus pelo dom da vida de um de seus membros, nosso querido irmão Ciro Quintella Lacerda, seminarista da Arquidiocese de Niterói, no Rio de Janeiro, que criou este blog. 




A ele, em seu vigésimo segundo ano de nascimento, nossas felicitações e a certeza de nossa oração. Que Deus, pela materna intercessão de Maria Santíssima o abençoe e acompanhe na caminhada vocacional! Felicidades, caríssimo irmão!

Feliz Aniversário, Ciro!

Cor unum et anima unam! 


Em Cristo,
Vosso irmão no Senhor,

Ânderson Barcelos
Administrador.






Nomeações para o Brasil

Sua Santidade o Papa Francisco nomeou nesta manhã, 08 de maio, dois novos Bispos para o Brasil: para Marília, no estado de São Paulo, e atendendo a solicitação de Dom Sérgio da Rocha nomeou-lhe um novo colaborador, como Bispo-Auxiliar para a Arquidiocese de Brasília no Distrito Federal.


Para a diocese de Marília (SP) foi nomeado como Bispo Diocesano 
Mons. Luiz Antônio Cipolini 



Do clero da diocese de São João da Boa Vista, trabalhava como pároco da Paróquia Nossa Senhora de Fátima, em São João. Ao longo de 26 anos de sacerdócio, atuou como vigário em Mogi Guaçu e Vargem Grande do Sul, além de colaborar na formação de novos presbíteros. 
Agora o Papa o nomeia Bispo diocesano no lugar de Dom Osvaldo Giuntini, que nasceu em 1936 e renunciou por limite da idade.





Para a arquidiocese de Brasília (DF) nomeou como Bispo-Auxiliar 
Mons. José Aparecido Gonçalves de Almeida



Mons. Gonçalves reside residia no Vaticano, onde trabalha no Pontifício Conselho para os Textos Legislativos. Foi ordenado presbítero em 1986, na diocese de Santo Amaro (SP), onde atuou como vigário em diversas paróquias. Agora é nomeado nomeado como bispo titular de “Enera” e auxiliar para a Arquidiocese de Brasília.







FONTE: CNBB Nacional. 

terça-feira, 7 de maio de 2013

O santo do cotidiano!

Josemaria Escrivá de Balaguer nasceu em Barbastro (Espanha) a 09 de janeiro de 1902.



Em 1918, começou seus estudos eclesiásticos no Seminário de Logronho, prosseguindo-os, a partir de 1920, no de São Francisco de Paula de Saragoça, onde passou a exercer a função de superior de 1922 em diante. No ano seguinte, começou a cursar também os estudos de Direito Civil na Universidade de Saragoça. Foi ordenado sacerdote a 28 de março de 1925.







Iniciou o seu ministério sacerdotal em paróquias rurais, continuando-os depois pelos bairros pobres e pelos hospitais de Madrid, e entre os estudantes universitários.








No dia 02 de outubro de 1928, por inspiração divina, fundou o Opus Dei, que vinha a abrir na Igreja um caminho novo, destinado a promover, entre as pessoas de todas as classes sociais, a busca da santidade e o exercício do apostolado mediante a santificação do trabalho e dos deveres cotidianos.


O Opus Dei, que desde o início contou com aprovação da autoridade eclesiástica diocesana, foi aprovado pela Santa Sé em 1943 e, em 28 de novembro de 1982, o Papa João Paulo II erigiu-o em Prelazia Pessoal.



Mons. Escrivá era Doutor em Direito pela Universidade de Madrid, Doutor em Teologia pela Universidade Lateranense (Roma) e doutor honoris causa pela Universidade de Saragoça. Foi Grão-Chanceler das Universidades de Navarra (Pamplona, Espanha) e de Piura (Peru). Tinha sido anteriormente professor de ética geral e moral profissional na escola de jornalismo de Madrid e professor de Direito Canônico e de Direito Romano em Saragoça, e posteriormente, na capital da Espanha.







Foi ainda consultor da Comissão Pontifícia para a interpretação autêntica do Código de Direito Canônico e da Congregação vaticana de Seminários e Universidades, Prelado de honra de Sua Santidade e Acadêmico ad honorem da Pontifícia Academia Romana de Teologia.





A partir de 1946, passou a residir em Roma, instalando na Cidade Eterna a sede geral do Opus dei. Lá faleceu, com notória fama de santidade, em 26 de junho de 1975. Seu corpo repousa na Igreja prelatícia de Santa Maria da Paz.



Entre seus escritos publicados, contam-se, além do estudo teológico-jurídico La Abadesa de Las Huelgas, livros de espiritualidade que foram traduzidos para numerosas línguas: Caminho, Santo Rosário, É Cristo que passa, Amigos de Deus, Via-Sacra, Amar a Igreja, Sulco, Forja. Sob o título Questões atuais do cristianismo, publicaram-se também algumas das entrevistas que concedeu a imprensa.









Josemaria Escrivá foi elevado à honra dos altares pelo Bem-Aventurado Papa João Paulo II, que celebrou sua solene canonização na praça de São Pedro em 06 de outubro de 2002. A sua festa litúrgica celebra-se todos os anos em 26 de junho, dia de nascimento para o céu.

segunda-feira, 6 de maio de 2013

Fiéis a Deus e ao Papa: 35 novos Guardas Suíços


Seis de maio não é um dia qualquer!
Mesmo alguns não sabendo ou não lembrando, neste numérico dia, precisamente em 1527, 147 guardas morreram heroicamente em defesa do Papa Clemente VII. 486 anos depois, 35 novos membros da Guarda Pontifícia fizeram seu juramento de fidelidade. Destes 35 constam: 28 alemães, 6 franceses e 1 italiano. Para ingressar na Guarda, não é mais preciso ser suíço nato, mas possuir cidadania suíça.



Em que consiste o exército do Papa?

Inicialmente a Guarda Suíça era um conjunto de soldados mercenários suíços, que combatiam por diversas potências europeias entre os séculos XV e XIX em troca de pagamento. Hoje só servem o Vaticano.
A Guarda Suíça do Vaticano foi formada em 1506, em atendimento a uma solicitação de proteção feita em 1503 pelo Papa Júlio II aos nobres suíços. Cerca de 150 nobres tidos como os melhores e mais corajosos chegaram a Roma vindos dos cantões de Zurique, Uri, Unterwalden e Lucerna. O seu comandante era o capitão Kaspar von Silenen.
A batalha mais expressiva foi em 6 de maio de 1527, quando as tropas invasoras imperiais de Carlos V de Habsburgo, em guerra com Francisco I, entram em Roma. O exército imperial era composto de cerca de 18000 mercenários. Em frente à Basílica de São Pedro e depois nas imediações do Altar-Mor, a Guarda Suíça lutou contra cerca de 1000 soldados alemães e espanhóis. Combateram ferozmente formando um círculo em volta do Papa Clemente VII visando protegê-lo e levá-lo em segurança ao Castelo de Santo Ângelo. Faleceram 147 guardas, mas em contrapartida 800 dos 1000 mercenários do assalto caíram mortos pelas alabardas dos suíços.
O Papa Pio V (1566-1572) enviou a Guarda Suíça para combater na Batalha de Lepanto, contra os turcos. Com Pio VI a guarda foi dissolvida já que este Papa foi enviado para o exílio por Napoleão. A guarda voltou a formar-se em 1801 e, em 1848, desempenhou um papel decisivo na defesa do Palácio Apostólico frente aos revolucionários nacionalistas italianos.


Quando a Alemanha Nazi ocupou Roma em setembro de 1943, a Guarda Suíça e as outras unidades que na época constituíam as formas armadas papais, como a Guarda Palatina, foram colocadas em estado de alerta. Houve um aumento no número de postos de vigia. Os guardas trocaram as alabardas e espadas por espingardas Mauser 98k, baionetas e cartucheiras com 60 substituições de munição, como medida de precaução. Embora as tropas alemãs patrulhassem o território italiano até à Praça de São Pedro, não houve qualquer tentativa de invasão pela fronteira do Vaticano nem qualquer confronto entre a Guarda Suíça e tropas alemãs. Nessa altura a Guarda tinha apenas 60 homens, pelo que poderia apenas ter feito uma resistência simbólica a qualquer ataque. No próprio dia em que os alemães ocuparam Roma o Papa Pio XII deu ordens que proibiam a Guarda Suíça de derramar sangue em sua defesa.
O atual comandante da Guarda Suíça Pontifícia, Daniel Rudolf Anrig, jurista e chefe da polícia criminal do cantão de São Galo (St. Gallen), entre 2001 e 2006, foi designado por Bento XVI em substituição ao coronel Elmar Theodor Maeder.
Os guardas assinam um contrato de dois anos e obtêm um soldo mensal de 1200 euros. São celibatários (exceto os oficiais, sargentos e cabos) e é-lhes formalmente proibido dormir fora do Vaticano. O seu alojamento é a caserna da guarda. 


A vida quotidiana é preenchida também com celebrações litúrgicas. A guarda dispõe de uma capela onde oficia o Capelão do Exército Pontifício.


É a única guarda do mundo em que a bandeira é alterada com cada novo chefe de Estado, pois contém o emblema pessoal do Papa.

Uniforme oficial

O uniforme que hoje a Guarda usa foi desenhado por Jules Répond (comandante no período 1910-1921) a partir do modelo que se atribui a Michelangelo por volta de 1505, pelo que é considerado um dos uniformes militares mais antigos do mundo, e muito mais vistoso, alegre e colorido que o do século XIX.
1. Na Páscoa, no Natal e na cerimônia do ingresso de novos membros, uma armadura se soma ao uniforme de gala, que consiste numa impressionante gola branca, luvas brancas e capacete prata com a efígie do fundador Papa Júlio II e uma pena vermelha para os alabardeiros (que portam uma lança), uma pena roxa para os oficiais e uma pena branca para o comandante e o sargento. Além disso, a calça e camisa nas cores azul e amarelo.
2. Durante os treinamentos e trabalhos diários (incluindo a guarda noturna), usa-se um uniforme totalmente azul com colarinho e punhos brancos.
3. No inverno e sob a chuva é usada uma capa sobre o uniforme.
Os bateristas usam um uniforme amarelo-preto com um capacete preto e penas amarelo-preto durante suas performances.
A Guarda Suíça não utiliza botas, sendo calçadas meias aderentes às pernas e presas à altura dos joelhos por uma liga dourada, sendo eventualmente cobertas por polainas. Em geral, o uniforme recorda o esplendor das cortes do Antigo Regime, e o orgulho de ser soldado, combater e servir o Papa.

Cerimônia

Anualmente, em 06 de maio, aniversário da batalha contra os soldados de Carlos V, os novos Guardas prestam o seu juramento da seguinte forma:


Primeiro o juramento dos novos soldados da Guarda Suíça Pontifícia é lido, em nome de todos, pelo Capelão do Exército Pontifício:

“Juro servir com fidelidade, lealdade e honra o Sumo Pontífice Francisco e os seus legítimos sucessores, e dedicar-me a eles com todas minhas forças, sacrificando inclusive, se necessário, a minha própria vida para defendê-los. Assumo igualmente este compromisso relativamente ao Sacro Colégio dos Cardeais durante a duração da Sé Vacante. Prometo ainda ao Capitão Comandante e aos outros meus superiores respeito, fidelidade e obediência. Juro observar tudo aquilo que a honra da minha posição exige de mim”.

Depois, cada novo recruta é chamado pelo nome e ele, segurando com a mão esquerda a bandeira com o brasão do Papa reinante e levantando três dedos da mão direita para o céu, diz:

“Eu, N., juro por observar fiel, leal e honradamente tudo o que neste momento eu tenho dito. Que Deus e os seus Santos me ajudem”.


Agradecimento: Apostolus Christi; Josue Cornejo.

quarta-feira, 1 de maio de 2013

Papa Bento XVI retornará ao Vaticano!



 


Amanhã dia 2 de maio o Papa Emérito Bento XVI,  retornará ao Vaticano para morar, como anunciado  no convento Mater Ecclesiae. O retorno do Papa será realizado de helicóptero em torno das de 16:OO H e 17:00H, saindo do Palácio Apostólico de Castel Gandolfo, (onde Bento XVI está residindo nos últimos dois meses).
Para confirmar o relatório à imprensa o diretor do Escritório de Imprensa do Vaticano o Pe. Frederico Lombardi concedeu aos jornalistas uma entrevista. Quando pediram notícias sobre a saúde do Papa Bento XVI, o padre Lombardi disse:'' Ele é um homem velho, enfraquecido pela idade, mas não têm enfermidade grave."



 
 
 


Fonte:
News.va http://bit.ly/11UFIHG

terça-feira, 30 de abril de 2013

À espera da nova tradução do Missal Romano. Seria ela correta desta vez?

Entre os temas da já realizada 51ª  Assembleia dos Bispos do Brasil estava a a tradução do Missal Romano. Segundo o pronunciamento de  Dom Armando Bucciol, Bispo Diocesano de Livramento de Nossa Senhora (BA) e Presidente da Comissão Episcopal para Tradução dos Textos Litúrgicos (Cetel) a tradução ainda vai demorar para ser concluída. 


É um trabalho demorado, as comunidades perguntam: quando é que vai sair a nova tradução? E eu respondo: vai demorar bastante, porque passar de uma língua para outra, é sempre uma interpretação, é uma adaptação, não se trata apenas de traduzir ao ‘pé da letra".




Dom Armando também explicou que a Congregação Romana pediu “certa fidelidade” ao texto original em latim, ao mesmo tempo, que contenha uma “linguagem bela e acessível” e com isso, a demora na entrega do documento será recompensada por uma tradução mais próxima da realidade brasileira, ou seja, mais adequada a cultura e a linguagem do povo brasileiro.

Segue abaixo, uma tabela que contém o texto da atual tradução e ao lado aquela tradução que deveria ser*.

- “Et cum spiritu tuo”- E com o teu espirito-“Ele está no meio de nós”



*Por Rafael Vitola Brodbeck  do Apostolado Salvem a Liturgia.

segunda-feira, 29 de abril de 2013

Comunicado ao povo de Deus da Diocese de Bauru sobre o Rvedo. Pe. Roberto Francisco Daniel



Imagino que todos têm acompanhado a triste trajetória do "Padre Beto", padre herege. Quem não viu, pode conferir nas redes sociais. Dispenso esse tipo de ibope. Somente quero registrar a atitude do Bispo da Diocese de Bauru, Dom Frei Caetano Ferrari, OFM, que, com coragem, tomou as devidas providências.
Ouvi de um sacerdote, certa vez,  que a Igreja não necessita somente de conversões (isso sem dúvida), mas era preciso de algumas excomunhões. Somente assim o povo saberá quem está do lado da reta doutrina e quem pretende apenas se autopromover às custas da Santa Igreja.
A lei foi cumprida, agora nos resta a caridade de rezar por este sacerdote, para que ele encontre, na misericórdia do Senhor, o caminho para a comunhão com a Esposa do Cordeiro.

Segue o comunicado feito pela Diocese:


É de conhecimento público os pronunciamentos e atitudes do Reverendo Pe. Roberto Francisco Daniel que, em nome da “liberdade de expressão” traiu o compromisso de fidelidade à Igreja a qual ele jurou servir no dia de sua ordenação sacerdotal. Estes atos provocaram forte escândalo e feriram a comunhão eclesial. Sua atitude é incompatível com as obrigações do estado sacerdotal que ele deveria amar, pois foi ele quem solicitou da Igreja a Graça da Ordenação. O Bispo Diocesano com a paciência e caridade de pastor, vem tentando há muito tempo diálogo para superar e resolver de modo fraterno e cristão esta situação. Esgotadas todas as iniciativas e tendo em vista o bem do Povo de Deus, o Bispo Diocesano convocou um padre canonista perito em Direito Penal Canônico, nomeando-o como juiz instrutor para tratar essa questão e aplicar a “Lei da Igreja”, visto que o Pe. Roberto Francisco Daniel recusa qualquer diálogo e colaboração. Mesmo assim, o juiz tentou uma última vez um diálogo com o referido padre que reagiu agressivamente, na Cúria Diocesana, na qual ele recusou qualquer diálogo. Esta tentativa ocorreu na presença de 05 (cinco) membros do Conselho dos Presbíteros.
         O referido padre feriu a Igreja com suas declarações consideradas graves contra os dogmas da Fé Católica, contra a moral e pela deliberada recusa de obediência ao seu pastor (obediência esta que prometera no dia de sua ordenação sacerdotal), incorrendo, portanto, no gravíssimo delito de heresia e cisma cuja pena prescrita no cânone 1364, parágrafo primeiro do Código de Direito Canônico é a excomunhão anexa a estes delitos. Nesta grave pena o referido sacerdote incorreu de livre vontade como consequência de seus atos.
         A Igreja de Bauru se demonstrou Mãe Paciente quando, por diversas vezes, o chamou fraternalmente ao diálogo para a superação dessa situação por ele criada. Nenhum católico e muito menos um sacerdote pode-se valer do “direito de liberdade de expressão” para atacar a Fé, na qual foi batizado.
         Uma das obrigações do Bispo Diocesano é defender a Fé, a Doutrina e a Disciplina da Igreja e, por isso, comunicamos que o padre Roberto Francisco Daniel não pode mais celebrar nenhum ato de culto divino (sacramentos e sacramentais, nem mais receber a Santíssima Eucaristia), pois está excomungado. A partir dessa decisão, o Juiz Instrutor iniciará os procedimentos para a “demissão do estado clerical, que será enviado no final para Roma, de onde deverá vir o Decreto .
         Com esta declaração, a Diocese de Bauru entende colocar “um ponto final” nessa dolorosa história.
         Rezemos para que o nosso Padroeiro Divino Espírito Santo, “que nos conduz”, ilumine o Pe. Roberto Francisco Daniel para que tenha a coragem da humildade em reconhecer que não é o dono da verdade e se reconcilie com a Igreja, que é “Mãe e Mestra”.
        
         Bauru, 29 de abril de 2013.

            Por especial mandado do Bispo Diocesano, assinam os representantes do Conselho Presbiteral Diocesano.



Relativismo absoluto ou absolutismo relativista?

Pe. Anderson Alves*

O absolutismo relativista exige que toleremos as mentiras como se fossem verdades, e que não “toleremos” as verdades, como se fossem mentiras.
Vimos anteriormente que o ateísmo e o relativismo modernos são profundamente contraditórios[I]. O ateísmo porque pretende ser verdadeiro e relativista, “des-construindo” todas as verdades e normas morais, a partir de uma verdade absoluta: a inexistência de Deus; dessa verdade “divina” o ateísmo deduz uma regra moral absoluta: é proibido ter regras. O ateísmo relativista pretende assim negar o valor de todos os dogmas e certezas morais a partir de um novo dogma, que cria uma nova moralidade, na qual os valores absolutos são relativizados ou transformados.
O relativismo, por sua vez, é contraditório porque pretende afirmar que todas as afirmações, inclusive as contraditórias, são sempre verdadeiras (ou sempre falsas). Mas quem diz que duas afirmações contraditórias podem ser verdadeiras, deve aceitar que duas contraditórias não podem ser verdadeiras. Essa evidente contradição levaria a renúncia a uma vida humana, na qual se julga, dialoga e se vive em sociedade. Em outras palavras, quem não aceita o princípio de não-contradição, torna-se semelhante a um vegetal. As consequências disso é que o relativismo e o ateísmo absolutos são reciprocamente excludentes; e o relativismo só pode ser verdadeiro quando é relativo, ou seja, parcial, aplicado ao modo de expressar ou de conhecer uma verdade, e não à verdade mesma.
Isso nos faz reconhecer o justo relativismo da verdade, pois essa é sempre relativa à inteligência de quem conhece. E a verdade é única na inteligência divina, pois Deus, ao conhecer a si mesmo, conhece todas as coisas. A verdade humana, porém, é múltipla, pois cada coisa tem sua verdade intrínseca, mas a conhecemos parcialmente, através de muitos juízos verdadeiros. De fato, o conhecimento humano é discursivo e progressivo e até hoje nenhuma ciência pode dizer que conhece totalmente o objeto estudado. A realidade que está diante de nós é sempre mais rica do que conhecemos. Por isso ela é como uma janela pela qual nos chega a luz da verdade e da bondade divinas e infinitas.
Entretanto, não podemos deixar de constatar que vivemos num ambiente cultural impregnado de relativismo. Não de um relativismo absoluto, que é essencialmente contrário à razão humana, mas sim de um absolutismo relativista. De fato, as filosofias relativistas ainda não conseguiram destruir a racionalidade humana e continuamos pensando a partir da convicção de que é possível conhecer a verdade e de que afirmações contraditórias não podem ser ao mesmo tempo verdadeiras. Mesmo assim o relativismo se expande na cultura atual, não através da Lógica, mas pela força da repetição superficial de afirmações “dogmáticas”. Desse modo, não há dúvidas de que vivemos em um ambiente onde reina não um relativismo absoluto, mas sim um absolutismo relativista.
Absolutismo relativista significa, pois, os esforços para se impôr uma cultura mundial relativista, que tenta destruir os valores tradicionais. Pretende-se assim convencer aos povos de que tudo é relativo, pois a verdade não existe (ou tudo é verdade, o que dá no mesmo) e todos os comportamentos morais são igualmente bons (ou igualmente maus). Tudo o que é contraditório parece ser hoje válido e tolerável. A única coisa que não se tolera é que se mostre as contradições e a irracionalidade do mesmo relativismo. O absolutismo relativista exige que toleremos as mentiras como se fossem verdades, e que não “toleremos” as verdades, como se fossem mentiras.
Na Ética o absolutismo relativista se manifesta principalmente em dois modos. No Positivismo e no chamado “pensamento débil”. Ambos dizem que a Ética só pode ser descritiva. Embora esses sistemas sejam opostos, as conclusões a que chegam são semelhantes.
O Positivismo diz que o método das ciências experimentais deve ser aplicado a todas as ciências. Ora, as ciências só descrevem a realidade, sem prescrever nada. Por isso a Ética deve apenas dizer como as pessoas se comportam. O argumento dado é logicamente válido, mas há uma premissa que deve ser discutida: por que a Ética deve ter o mesmo método das ciências experimentais? Essa é uma afirmação filosófica, que só pode ser imposta pela força, uma vez que não se sustenta racionalmente. De fato, a dita afirmação não pode ser justificada por métodos experimentais e a conclusão do raciocínio é autocontraditória: diz que as ciências não devem ser normativas, mas essa afirmação é já uma norma no âmbito científico.
Outro sistema importante é o chamado “pensamento débil”. Diz que o filósofo moral deve descrever os modelos de comportamento para facilitar o diálogo entre as culturas. Forma-se assim uma mesa redonda, semelhante à de um jogo de cartas, na qual não se chega a nenhuma conclusão. E isso se apresenta como uma exigência da “democracia”. E o argumento dado diz: os homens são todos iguais; quando dois homens possuem opiniões diversas, ambas devem ser aceitas, pois é antidemocrático ou politicamente incorreto dizer que uns homens tem razão e outros se equivocam[II].
Quem pensa assim deveria antes de tudo esclarecer o que significa a afirmação de que “todos os homens são todos iguais”. Se significasse que possuem uma mesma dignidade, estamos de acordo. Mas se quer dizer que tudo o que os homens afirmam, em razão da dignidade comum, seja sempre verdadeiro, isso é um absurdo. Da dignidade da natureza humana não se deduz que o conhecimento de todos os seres humanos seja sempre verdadeiro. E tampouco se deduz que sempre dizemos a verdade. De fato, o homem pode, não só se equivocar, mas também mentir, manipular, tentar dominar a quem parece ser mais fraco. E não se entende como o erro ou a mentira pode sustentar uma “democracia”. Dito de outro modo: o principal equívoco do “pensamento débil” está em estabelecer como critério de verdade não a relação do juízo intelectual com a coisa conhecida, mas sim o juízo com a dignidade de quem o profere. Da dignidade do ser humano, de fato, não se deduz a verdade de todos os seus conhecimentos, nem a bondade moral de todos os seus atos.
Portanto, o Positivismo e o “pensamento débil” expressam bem o atual absolutismo relativista: a tentativa de impor pela força de repetições afirmações contraditórias, como se fossem verdades absolutas, negando o que realmente é verdadeiro e bom. O dito absolutismo, última forma de pensamento universal, desrespeita as culturas verdadeiramente humanas. Pois se a Ética fosse somente descritiva, os filósofos poderiam falar sobre as diversas culturas, mas não falar com elas. E isso ofende a dignidade e a racionalidade humana, que como tal está aberta ao diálogo sincero em busca de uma verdade condivisível por todos os homens[III].

 *Sacerdote da diocese de Petrópolis – Brasil. 
Doutorando em Filosofia na Pontificia Università della Santa Croce em Roma.


[II] Cfr. A. Vendemiati, In prima persona. Lineamenti di etica generale, 3ª ed., UUP, Città del Vaticano 2008, cap. 1.
[III] Cfr. R. Spaemann, ¿Qué es la ética filosófica? Em Limites, acerca de la dimensión ética del actuar, Ediciones Internacionales Universitarias, Madrid 2003, pp. 19-20.

Artigo enviado pelo próprio autor, também disponível em: http://www.zenit.org/pt/articles/relativismo-absoluto-ou-absolutismo-relativista

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Papa faz nomeações para o Brasil!

Nesta quarta-feira, 24 de abril, o Santo Padre Francisco fez suas primeiras nomeações para o Brasil! O Papa nomeou um novo Arcebispo para Ribeiro Preto (SP), diocese que estava vacante desde 2012 quando do falecimento de Dom Joviano de Lima Junior, SSS e aceitando a renúncia de Dom Clemente José Weber nomeou um novo Bispo para a diocese gaúcha de Santo Ângelo. 

Para a Archidiœcesis Rivi Nigri foi nomeado Dom Moacir Silva, 
então Bispo de São José dos Campos (SP). 

Dom Moacir Silva nasceu 16 de julho, 1954 em São José dos Campos, na diocese homônima no Estado de São Paulo. Ele completou seus estudos preparatórios no Seminário Menor de Taubaté, os de filosofia no Seminário Bom Jesus de Aparecida e teologia no Instituto Teológico Sagrado Coração de Jesus de Taubaté. Formato em Direito Canônico, ele também completou a licença na Pontifícia Faculdade de Teologia Nossa Senhora da Assunção , em São Paulo e um doutorado na Pontifícia Universidade Lateranense, em Roma.

Ordenado sacerdote 06 de dezembro de 1986 e incardinado na Diocese de São José dos Campos, ocupou os seguintes cargos: Coordenador do Ministério Diocesano da Juventude (1983-1986), Coordenador da Pastoral Diocesana da Saúde (1986), vigário paroquial da Catedral diocesana (1986 -1988), e pároco da paróquia Coração de Jesus (1988-1993), membro do Conselho Presbiteral e do Colégio dos Consultores (1991-2003), Coordenador da Pastoral Diocesana da Família (1993-1999), Administrador da Catedral paróquia diocese (1992 -1993), Vigário Geral da diocese (1993-2003), Diretor do Diaconale School (1992-2004), o juiz do Tribunal de Inter-Aparecida (desde 1993), e pároco da Catedral Diocesana São Dimas (1.993-2.004), Administrador da Diocese de São José dos Campos (2003-2004).
Em 20 de outubro de 2004, foi nomeado bispo de São José dos Campos e recebeu a ordenação episcopal no dia 11 de dezembro.
Desde 2008 é membro da Comissão Nacional Episcopal dos Tribunais Eclesiásticos de Segunda Instância e desde 2011 ocupa o cargo de vice-presidente da Conferência Episcopal Regional do Estado de São Paulo.


Para a Diœcesis Angelopolitanus  foi nomeado Dom Liro Vendelino Meurer,
então Bispo Titular de Tucca in Numidia e Auxiliar de Passo Fundo (RS)

Dom Liro Vendelino Meurer nasceu 13 julho de 1954 em Salvador do Sul, na Arquidiocese de Porto Alegre, do clero do qual é oriundo. Ele completou seus estudos de filosofia na Faculdade de Filosofia Nossa Senhora da Imaculada Conceição , em Viamão e teologia no Instituto de Teologia da Pontifícia Universidade Católica de Porto Alegre. No Seminário de Viamão, obteve uma licenciatura em Filosofia na Faculdade de Filosofia Nossa Senhora da Imaculada Conceição e, em seguida, frequentou o Curso de Formadores do Seminário.

Em 12 de dezembro de 1981, foi ordenado sacerdote e clérigos incardinados em Porto Alegre. Em quest'arcidiocesi realizadas as seguintes atividades: Vigário paroquial da Paróquia de São João Batista (1980-1982), vigário paroquial da Paróquia de Santo Antônio (1982-1983), diretor espiritual do Seminário Menor de São José , em Gravataí (1983-1990) , Pároco da Paróquia Nossa Senhora de Montserrat (1990-1991), reitor daSão João Maria Vianney , em Bom Princípio (1991-1996) e pároco da Paróquia de São João Batista (1996-2007), Vigário Episcopal do Vicariato de Camaquã-Guaíba Arquidiocese de Porto Alegre (2001-2008), Pároco da Paróquia de São Geraldo Porto Alegre (2007-2008).
Em 14 de janeiro de 2009 foi nomeado Bispo Titular de Tucca da Numídia e Bispo Auxiliar da Arquidiocese de Passo Fundo. Em 22 de março do ano seguinte, ele recebeu a ordenação episcopal na Catedral Metropolitana Madre de Deus de Porto Alegre. 

Fonte: http://attualita.vatican.va/sala-stampa/bollettino/2013/04/24/news/30868.html

terça-feira, 23 de abril de 2013

Arcebispo de Bruxelas é atacado por feministas!

Tertuliano, um dos padres da Igreja, nos primeiros séculos do cristianismo diz: "O sangue dos mártires é semente de novos cristãos".


Agora que muitos séculos nos distanciam de nossos pais na fé, nos parece que o cristianismo voltou a ser alvo de chacota e de perseguição. O cristianismo e, mais especificamente o catolicismo, passou a ser motivo de martírio. Nas ondas da pós-modernidade é "proibido proibir" e tudo passa a ser tolerado, menos a Igreja Católica.

O dia 23 de abril ficará gravado em nossa memória como o dia em que o parlamento francês aprovou a união homossexual. A França, outrora baluarte dos santos, agora é o 14° país a votar contra a família.

É a mesma França que na semana passada colocou na prisão um jovem que vestia uma camiseta com uma estampa da "família tradicional", alegando opressão as minorias. 


Não bastasse assistirmos está triste cena, soubemos que em Bruxelas o Sr. Arcebispo Andre-Joseph Leonard foi alvo de um protesto barato e violento. Vítima de um grupo ativista de feministas que entraram galopantes na auditório em que o Arcebispo ministrava uma conferência, semi-nuas, com os seios a mostra, onde havia escrito a expressão "agnus Dei", cordeiro de Deus, elas gritavam em favor do fim da homofobia. 

Chegaram junto do velho Bispo, lhe jogaram água no rosto, disseram-lhe palavras ofensivas, atacando sua pessoa, sua amada Igreja e a Nosso Senhor Jesus Cristo.

Movido pelo mesmo espírito que inspirava o corações dos mártires do primeiro século no coliseu, Leonard não expressou nada em seu rosto, a não ser uma face orante, que deveria pedir perdão a Deus por nossos pecados.

Mais uma vez, um de nossos pastores, sucessor legítimo dos Apóstolos foi "avacalhado" em praça pública, enquanto nós somos oprimidos, sob alegação falaciosa de "que oprimimos as minorias".

Estas gargantes enfurecidas e cheias de ódio podem até ser a minoria, como vimos na França, mas que fazem barulha e estardalhaço... Ah, como fazem!





E como nos dói ver nossos irmãos a margem do martírio, da honra e da justiça. Todavia, estejamos certos de que estamos ao lado da verdade, que é Cristo Jesus e, como fez o Arcebispo, podemos confiar na Virgem Maria, a quem ele osculou a imagem ao final de todo esse escândalo.