Simbolo do Vaticano

Servus servorum Dei

Servus servorum Dei

Sua Santidade Bento XVI

SUMMUS PONTIFEX SACERDOS MAGNUS QUI EST PRINCEPS EPISCOPORUM, HÆRES APOSTOLORUM, PRIMATU ABEL, GUBERNATU NOË, PATRIARCHATU ABRAHAM, ORDINE MELCHISEDECH, DIGNITATE AARON, AUCTORITATE MOYSES, JUDICATU SAMUEL, POTESTATE PETRUS,Unctione Christus, CUI SUNT CLAVES REGNI CŒLORUM TRADITÆ,OVES CHRISTI CREDITÆ.

Brasão pontifício de Sua Santidade Bento XVI

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Benedictus qui venit in nomine Domini !

Ao acolher o pedido de renúncia apresentado por Dom Frei Alano Maria Pena O.P, o Papa Bento XVI nomeou hoje, dia 30 de Novembro, como Arcebispo da Arquidiocese de Niterói (RJ), Dom José Francisco Rezende Dias.

Dom José Francisco é o 5° Arcebispo de Niterói desde 26 de março de 1960, quando a Diocese de Niterói foi elevada a Arquidiocese e sede metropolitana pelo Papa João XXIII, através da Bula Quandoquidem verbis. A Arquidiocese teve como seu primeiro Arcebispo Dom Antônio de Almeida Moraes Júnior, despois Dom José Gonçalves Costa CSsR de 1979 até 1990, como 3° Arcebispo Dom Carlos Alberto Etchandy Gimeno Navarro de 1990 a 2003 e como 4° Arcebispo Dom Frei Alano Maria Pena O.P. de 2003 até hoje.

Destaque - SITE - Bispo Novo
Dom José Francisco Rezende Dias desempenhava, atualmente, a função de Bispo da Diocese de Duque de Caxias. No dia 30 de março de 2005, foi nomeado Bispo Titular da Diocese, tomando posse no dia 12 de junho do mesmo ano.

Papa Bento XVI, aceita renúncia de Dom Alano Maria Pena.

O papa aceitou, hoje dia 30, o pedido de renúncia do Arcebispo de Niterói, Dom Alano Maria Pena, em conformidade com o cânon 401, parágrafo 1º do Código de Direito Canônico, que diz: “O bispo diocesano que tiver completado setenta e cinco anos de idade é solicitado a apresentar a renúncia do ofício ao Sumo Pontífice, que, ponderando todas as circunstâncias, tomará providências” (Código de Direito Canônico, pág 128).

Dom Frei Alano Maria Pena, nasceu no Rio de Janeiro, em 7 de outubro de 1935. Foi ordenado sacerdote da Ordem dos Pregadores (Dominicanos) em 28 de outubro de 1961, em São Paulo (SP). No dia 25 de maio de 1975, foi ordenado Bispo em Belém (PA).

Como bispo foi auxiliar em Belém (1975-1976); sendo depois nomeado coadjutor da prelazia de Marabá (PA) (1976-1985); bispo de Itapeva (SP) (1985-1993); vice-presidente do Regional Norte 2 (1976), responsável pelo Setor Leigos do Regional Sul 1 (1986-1987), vice-presidente do Regional Leste 1 (1997-1999), bispo de Nova Friburgo (RJ) entre 1994 a 2003 e presidente do Regional Leste 1 (1999-2003). Em 24 de setembro de 2003, Dom Alano foi ordenado arcebispo de Niterói permanecendo até hoje, quando passa a ser o Bispo emérito de Niterói.

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Nós te saudamos Dom Alano!!!



Com muita alegria toda a Arquidiocese de Niterói, no dia 7 de Outubro do ano de 2011, se reuniu em torno do Altar do Senhor, para celebrar o Jubileu de Ouro de S.Exa. Reva. Dom Frei Alano Maria Pena O.P - Arcebispo Metropolitano de Niterói. A celebração contou com a presença de muitos bispos, entre os quais, Dom Orani João Tempesta( Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro), Dom Filippo Santoro( Diocese de Petrópoles),Dom Edney Gouvêa( Diocese de Nova Friburgo), Dom Roberto Francisco( Diocese de Campos), Dom Fernando Rifan( Administração Apostólica São João Maria Vianey),entre outros... Como também de todo o clero Arquidiocesano de Niterói, presbíteros de várias dioceses do Brasil, e em especial a saudosa família Dominicana ( da qual Dom Alano,faz parte), Familiares, Autoridades Políticas e Cívis e mais de 4.500 fiés.
Brazão
Ut Unum Sint
(Que todos sejam um)


quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Catedral proíbe Acólitas.

Caros amigos do Dominus, vemos aqui um dos maiores problemas de nossas dioceses brasileiras, mas que através do testemunho deste sacerdote, possamos nós com muito mais vigor, defender a Tradição da Igreja, com argumentos convincentes!!!

O pároco da catedral da diocese de Phoenix (EUA), Pe. John Lankeit , veio a público recentemente para justificar a sua medida em relação aos jovens que servem como acólitos na igreja principal da diocese. Pe. Lankeit resolveu que todos os acólitos deverão ser do sexo masculino.

"Se você olhar ao redor da Igreja - e eu estou falando sobre a Igreja em geral - se você olhar para dioceses, se você olhar para as ordens religiosas e para paróquias onde há um respeito sobre a distinção e a complementaridade do homem e da mulher, você verá as duas vocações florescem ", afirmou o padre ao jornal diocesano. "E quando falo em duas vocações estou falando da sacerdotal e da vida consagrada".

O padre vem enfrentando algumas dificuldades para colocar sua estratégia em prática e restaurar o antigo costume da Igreja em ter apenas acólitos do sexo masculino servindo. Muitos estão tratando o tema como uma questão de preconceito sexual, de sexismo.

"Se a questão é abordada apenas do ponto de vista emocional, posso entender por que as pessoas ficam chateadas, porque eles estão olhando para essa questão em termos de uma questão de direitos - e eles estão interpretando-a de tal forma como se os direitos de alguém estivesse sendo negado ", disse ele.

Pe. Lankeit apontou casos similares onde houve um crescimento substancial no número de vocacionados após a adoção de medidas similares. Uma paróquia em Ann Arbor, Michigan, que alcançou um número impressionante de 22 vocacionados após a reserva do serviço do altar apenas para homens. Ele também mencionou a diocese de Lincoln.




Em defesa do Pe. Lankeit surge o diretor de vocações da diocese de Phoenix, Pe. Paul Sullivan, que afirmou nunca ter ouvido uma religiosa falar que sua vocação surgiu no altar. Para Pe. Sullivan o serviço feminino no altar não aumenta o número de vocações religiosas. "A paróquia que eu sei que tem as maiores vocações femininas não tem mais acólitas ... Eu nunca conheci uma menina que afirmasse: 'eu encontrei a minha vocação ao servir o altar", afirmou Pe. Sullivan.










Fonte: www.catholicsun.org






terça-feira, 23 de agosto de 2011

Santa Missa no Rito extraordinário, da Assunção da Virgem Maria, em niterói, RJ



Caríssimos leitores do Dominus Vobiscum,

Neste último domingo (21/08/11) foi celebrada a Santa Missa no Rito de São Pio V, como de costume, na Paróquia Sagrados Corações, situada na Arquidiocese de Niterói, em honra a Assunção da Virgem Maria. A Santa Missa foi celebrada pelo Reverendíssimo Senhor Padre Demétrio, Diretor Espiritual do Seminário Arquidiocesano ,São José de Niterói, e também diretor do Instituto Filosófico e Teológico do mesmo seminário.




Notemos, a piedade e reverência de todos, neste tão Grande Mistério , realmente dando a Deus seu devido culto de adoração e louvor. Sabendo que não precisa de nada para incrementar, em tão grandioso mistério, que por si só basta. A mente humana nunca, compreenderá por inteiro o valor e os gestos simbólicos deste santo Sacrifício, Ele já se explica por si só, como um fato Divino!

















Fontes:

Texto: Hernam Gouveia e Matheus Barbosa.

Fotos: Camilla Lopes e Hernam.




segunda-feira, 22 de agosto de 2011

A Realeza de Maria!

Caros amigos do Dominus, hoje por ocasião da celebração da memória de "Nossa Senhora Rainha,"quero expor todos os fatos que levaram o Beatíssimo Papa Pio XII, promulgar a tradicional celebração da Regina caelorum!!!



Na arte e na literatura Nossa Senhora é representada na sua coroação ao chegar ao céu depois da Assunção.

A memória de Nossa Senhora Rainha foi instituída por Pio XII (1939-1958), na sua encíclica Ad Cœli Reginam para ser celebrada em 31 de Outubro :

- Portanto, tendo-nos convencido, depois de maduras e ponderadas reflexões, de que resultará grande proveito para a Igreja se esta verdade solidamente demonstrada resplandecer com maior evidência diante de todos, qual lucerna mais luminosa sobre o seu candelabro, com a nossa autoridade Apostólica decretamos e instituímos a festa de Maria Rainha, que se celebrará todos os anos no mundo inteiro a 31 de Outubro.

Em virtude da reforma pós-conciliar, foi porém transferida como memória para o dia oitavo da festa da Assunção, ou seja, 22 de Agosto.

E a carta Encíclica de Pio XII, termina assim :

- Desejamos ardentemente que a Rainha e Mãe do povo cristão acolha estes nossos votos e alegre com a sua paz as terras batidas pelo ódio, e depois deste desterro a todos nos mostre Jesus, que será a nossa paz e a nossa glória eternamente - a vós, veneráveis irmãos, e aos vossos fiéis, como penhor de auxílio de Deus omnipotente e em testemunho do Nosso amor - de todo o coração concedemos a Bênção Apostólica.

Dado em Roma, junto de S. Pedro, na festa da Maternidade da Bem-aventurada Virgem Maria, a 11 de Outubro de 1954, décimo sexto ano do Nosso Pontificado.

A Assunção e a Coroação de Maria são familiares para os católicos porque são mistérios do Rosário que eles rezam e meditam frequentemente.

Estes mistérios entraram no Rosário por tradições católicas que têm a sua origem mais no pensar dos teólogos do que nos textos bíblicos.

A Coroação de Nossa Senhora é muito popular na arte cristã, e o sentido teológico da Coroação assenta no facto de Nossa Senhora ter sido a única criatura que nasceu livre de qualquer espécie de pecado.

Por isso ela é a mais bela, a mais gloriosa, a mais amada por Deus.

Rainha do Céu é-lhe atribuído como título, por ser ela a mais alta e mais bela das almas que encontraram e glorificaram a Deus com todo o seu amor.

Não devemos admirar-nos de esta doutrina se não encontrar nos textos bíblicos, porque não são eles a única fonte da fé católica, a qual vem também até nós, da pregação de Cristo e dos Apóstolos.

Os primeiros cristãos, logo que receberam a fé, começaram a pensar como é que Deus se fez homem e como é que teve uma mãe humana.

Entre as últimas conclusões está a de que a mãe de Deus foi elevada ao Céu depois da sua morte e tomou o seu lugar como a mais alta das criaturas de Deus.

A Assunção e a Coroação de Nossa Senhora como Rainha do céu e da terra, fazem um só mistério, como que duas faces da mesma medalha.

A imperatriz bizantina Santa Pulquéria, dedicou-se a fazer coleção de relíquias dos santos e um dia, no Concílio de Calcedónia (451) perguntou ao bispo de Jerusalém, onde estava o corpo da Bem-aventurada Virgem Maria, que ela pensava que estava sepultada em Jerusalém.

Então o bispo respondeu-lhe que Maria tinha falecido na presença dos Apóstolos mas que o seu túmulo, aberto a pedido do Apóstolo Tomé, se encontrava vazio, pelo que os Apóstolos concluíram logicamente que o corpo da Bem-aventurava Virgem Maria tinha sido elevado ao Céu.

No tempo da imperatriz Pulquéria, o público em geral estava tão interessado nos desenvolvimentos religiosos como o está hoje sobre as explorações do espaço.

Podemos também nós concluir que a imperatriz Pulquéria teria sido a primeira a difundir a mesma conclusão lógica dos Apóstolos, sobre a Assunção e a lógica Coroação de Nossa Senhora no Céu.


Fonte: www.universocatolico.com.br


domingo, 21 de agosto de 2011

História do Pálio. até Bento XVI e as mudanças feitas por ele.


Há uma diferença sensível entre a forma do pálio moderno e o usado nas épocas cristãs mais remotas. No século VI, o pálio era uma longa faixa, moderadamente larga, branca, ornamentada em sua extremidade com uma cruz preta ou vermelha, e terminada fora com borlas; era drapejado em torno da garganta, dos ombros, e do peito em tal maneira que ficava com a forma de um V na parte dianteira, tendo duas extremidades penduradas para baixo do ombro esquerdo, uma na parte dianteira e outra atrás. O pálio tomou uma forma de uma letra Y , no século VIII, com medida de cerca de cinco centímetro de largura. No século IX, conforme se vê nas pinturas das igrejas romanas , a faixa do pálio, que era solta e mantinha-se no lugar pela aplicação de alfinetes (Spinelli), foi costurada e teve as pontas encurtadas.
O pálio é confeccionado com a lã de cordeiros brancos criados pelos monges Trapistas. Possui uma volta no centro, a qual descansa nos ombros sobre a gola da casula, tendo duas pontas pendentes, uma anterior e outra posterior, com duas polegadas de largura, por doze de comprimento; de modo que, quando visto da parte dianteira ou trazeira, ele se assemelha à letra Y, para dar mais peso ao pálio, as extremidades das pontas são entrelaçadas com seda preta. É decorado com seis cruzes tudo preta uma em cada ponta, uma em cada ombro e uma no peito e outra duas nas costas. O Pálio é guarnecido por três alfinetes de ouro decorados com gemas, chamados espinelos (Spinelli), os quais são fixados em laços existentes nas cruzes do peito, das costas e do ombro esquerdo. Estas últimas características parecem ser remanescentes da época em que o pálio romano era apenas um simples cachecol dobrado e fixado no ombro esquerdo.
O Papa Bento XVI retomou o uso do pálio antigo, mais longo, com duas extremidades com pontas de seda preta, caindo do ombro esquerdo e com seis cruzes em vermelho, e não em preto.(É muito legítimo que o papa, como pastor de outros pastores, use um pálio distinto dos que ele confere aos arcebispos, seus subordinados). A diferença na decoração: Inicialmente, as únicas decorações no pálio eram duas cruzes perto das extremidades. Parece que a ornamentação do pálio, com um número maior de cruzes não se tornou habitual até o século IX, quando as cruzes pequenas foram aplicadas, especialmente sobre os ombros. Entretanto na Idade Média, não havia nenhuma regra definida quanto ao número de cruzes, contudo havia um preceito que determinava a cor. Eram, geralmente, negras; mas, às vezes, vermelhas. Os pinos, que de início serviam para fixação do pálio no lugar, foram mantidos como ornamentos, mesmo depois que o pálio passou a ser costurado na forma apropriada, embora já não tivessem função prática. Em 1605 foi encontrado o pálio que envolveu o corpo do Papa Bonifácio VIII o que comprovou que no século XIII já era uso de colocar pelos nas extremidades do pálio. Isto também demostrou os fragmentos do pálio encontrados no túmulo de Clemente IV. Além do papa, o pálio também é conferido ao Patriarca Latino de Jerusalém. As tradições precedentes que permitiam o privilégio de alguns bispos usarem o pálio foram extintas por um Motu Próprio, do papa Paulo VI, em 1978. Um arcebispo Metropolitano pode usar seu pálio como sinal de sua jurisdição, não somente em sua Arquidiocese, mas em qualquer lugar em sua província Eclesiástica sempre que celebrar a missa(Canon 437-Código de Direito Canônico, 1983).


( São Gregório VII)

Um Arcebispo não pode usar o pálio até que o papa lhe confira esta insígna, o que ocorre normalmente, no dia 29 de junho, na solenidade de São Pedro e São Paulo. Um Arcebispo que, eventualmente não receba o pálio pode, consequentemente, não exercer algumas de suas prerrogativas. Da mesma forma, depois de sua renúncia, o arcebispo já não põe mais usar o pálio. Se for transferido pra outra arquidiocese deve fazer novo pedido e renunciar as funções de metropolita e não gozar até o novo pálio. Na realidade, o simbolismo do pálio é ainda mais concreto : a lã de cordeiro pretende representar a ovelha perdida ou também a ovelha doente e a ovelha débil, as quais o pastor põe aos seus ombros e conduz às águas da vida. A parábola da ovelha transviada, que o pastor procura no deserto era, para os Padres da Igreja, uma imagem do mistério de Cristo e da Igreja.


Não se sabe com exatidão quais foram as primeiras regras para o uso do pálio, mesmo antes do século VI, quando já tinha um certo carácter litúrgico.Sabe-se que, em épocas mais remotas, o uso do pálio era limitado a certos dias. Seu uso indiscriminado foi permitido a Hincmar de Reims por Leão IV, em 851, e a Bruno de Colônia, por Agapito II, em 954, era contrário ao costume geral. Nos séculos X e XI, como hoje, a regra era limitar o uso do pálio alguns dias festivos e a algumas cerimônias. O caracter simbólico, unido agora ao pálio, data da época em que se tornou obrigatório aos metropolitas pedirem à santa Sé a permissão para seu uso. A evolução deste carácter estava completa no final do século XI. No século VI, o pálio era símbolo do ofício e do poder papal e, no decorrer dos séculos, se consolidou como símbolo da plenitude deste ofício pontifical. Foi este o motivo do Papa Felix IV entregado o pálio a seu arquidiácono Bonifácio e, contra-indo o costume, nomeou-o seu sucessor. Portanto, o pálio sempre significou a união com a Sé Apostólica e é ornamentado das virtudes que devem adornar aquele que usa. O nosso Amado Pontífice Bento XVI, agora fez algumas mudanças a respeito do uso do pálio por ele, é o que nos explica tão bem o Reverendíssimo Monsenhor Guido Marini ( Mestre de cerimônias de sua Santidade) ao Jornal "L'Osservatore Romano" :" Com estas mudanças se recupera um pouco da forma anterior ao pontificado de João Paulo II, ainda que mais largo e com cruzes vermelhas". (Anteriormente eram de cor negras) como vemos abaixo:

A Forma do do pálio papal mudou com o passar do tempo : desde a forma de faixa antiga à fita, a partir do século VI, até a forma atual que se originou no século X, e com seis cruzes negras incorporadas no século XV. O Papa Bento XVI utiliza até agora um pálio parecido aos que usavam antes do século X, cruzado sobre o ombro e com cinco cruzes vermelhas, símbolo das chagas de Cristo. Como explica Monsenhor Marini, o pálio cruzado sobre o ombro que Bento XVI utilizou até agora"trazia vários problemas e incoveniente, pelo que se decidiu voltar à forma Circular.






Fontes: www.tiosan. orenciclopedia
Jornal : "L'Osservatore Romano